We <3 COLDPLAY

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Coldplay

Pessoas costumam ficar horrorizadas quando digo que as canções do COLDPLAY deveriam compor a trilha sonora de igreja ou qualquer cerimônia religiosa. A verdade é que Chris Martin e seus companheiros de banda tocam fundo na alma dos apreciadores de música de qualidade – nossa que coisa bonita – e talvez isso se deva a instrumentalidade de suas canções. “The Scientist” foi a primeira canção que ouvi do grupo, não me recordo em que momento, mas logo sai perguntando se alguém saberia me dizer o nome do cantor ou da banda. Não sou músico, muito menos crítico de música, mas me atrevo a listar um Top 10 com as melhores do Coldplay.

  1. THE SCIENTIST
  2. FIX YOU
  3. STRAWBERRY SWING
  4. VIVA LA VIDA
  5. LOST!
  6. LOVERS IN JAPAN
  7. CLOCKS
  8. YELLOW
  9. TROUBLE
  10. PARADISE
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Feliz Dia do PUBLICITÁRIO!

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Dia do Publicitário

Eu não sei porque todas as noites, antes de dormir, tenho programado meu despertador para às 9h00 do dia seguinte se quando o alarme toca minha mão quase que automaticamente aciona a função “soneca” dando-me mais quinze minutos de sono.
E mais quinze;
E quinze;
E quinze que se tornam sessenta até o relógio marcar 10h00 quando finalmente desperto por completo e decido me levantar.
O verbo levantar não tem sido muito fácil para eu conjugar nos últimos doze meses. A verdade é que dormir tem sido uma maneira de fugir da realidade.
É de graça e é tão bom…
Eu sou muito bom em criar expectativas, mas a Vida e a maioria das pessoas acabam me deixando frustrado. Quando me recupero passo a criar novas expectativas e mais uma vez a Vida diz “não”.
Até tarefas que eu considerava prazerosas, como arrumar meu quarto, guarda-roupa, atualizar meu blog e até ler tornaram-se “cansativas”.
Não sei como consegui escrever essas vinte e poucas linhas.
Pensar também tem sido doloroso! Principalmente porque tenho a infeliz capacidade de ficar tentando encontrar uma justificativa para minha vida profissional ter dado tão errado. Porque deu tão errado? Estou em busca de uma resposta. Passei no meu primeiro vestibular para Comunicação Social aos dezesseis anos e esse foi o dia mais feliz da minha vida. Todas aquelas pessoas, conhecidas ou não, me dando os parabéns, abraçando-me e dizendo que “o meu futuro seria brilhante” são boas recordações. Ser universitário é incrível porque a gente tem uma liberdade que não tínhamos antes e isso acaba mudando a maneira como vemos o Mundo e as pessoas. A impressão que tenho é que eu deveria ter lido mais, participado mais, estudado mais etc. O estágio de certa forma me preparou para o mercado de trabalho, MAS o tal do “mercado de trabalho” revelou-se um lugar cheio de pessoas frustradas, competitivas (por quais motivos mesmo?), estressadas e insensíveis.
Não era o que tinha sonhado.
Eu não compreendia que as coisas funcionavam daquele jeito.
O que eu escutava de alguns companheiros de profissão eram relatos bem parecidos, mas a campeã delas eram os baixíssimos salários pagos a profissionais que dedicaram quatro ou cinco anos de graduação para um futuro incerto como Publicitário.
Um empresário, que prefiro não dar nome, disse-me que o mercado publicitário local era fraco por conta da mentalidade limitada dos empresários da cidade que investem, MAS não acreditam – de fato – nos resultados da “Propaganda” ou da mesquinhez dos donos de agências de propaganda, jornais, emissoras de rádio e TV que não acreditavam no investimento do capital humano como garantia de um retorno com excelência.

“Uma profissão não pode ser valorizada enquanto o diploma de formação para exercer suas atividades competentes não for exigido”, afirmou o empresário em questão.

O que tenho visto são cada vez mais profissionais não especializados assumindo cargos em empresas de comunicação que deveriam ser ocupados por profissionais graduados. Estou falando alguma bobagem? Parece bastar ter domínio de softwares como Photoshop e Ilustrator que o sujeito está contratado – pausa –  para trabalhar sob intensa pressão, com uma alta carga horária, prazos desumanos e baixos salários (mais baixos que os que os profissionais qualificados ganhariam) e muitas vezes desempenhando mais de uma função.
MAS e quanto ao conhecimento acadêmico? As teorias e estratégias da Propaganda? De Redação Publicitária e Psicologia do Consumidor? Isso deve não importar… O que acaba se refletindo em campanhas publicitárias não tão boas que acabam não apresentando os resultados desejados gerando frustração nos empresários que por sua vez duvidam da eficiência do trabalho por parte dos Publicitários.

SUPERficial

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1º Post

MAC Niterói com o Pão de Açúcar ao fundo por @JFillho

– Olá Almeida! Como vai você?
Bem. Bem, mais ou menos…
– Quer escrever sobre isso? Desabafar?
– Não. Esse é meu primeiro post no SUPERFICIAL, mas nem tanto e quero que seja positivo, divertido, interessante.
– Sem DRAMA?
– Nenhum.
– E o que você pretende postar? Afinal há milhares de blogs dos mais variados assuntos…
– Verdade. Talvez um pouco sobre tudo.
– “Um pouco sobre tudo” é bem vago, não?!
– Arte. Arquitetura. Carreira. Moda. Propaganda (a arte de fazer propaganda e não propaganda como Publicidade). Etc.
– Sobre seu ponto de vista sobre determinados assuntos. É isso?
– Hummm… Acho que sim.
– Por que “SUPERFICIAL, mas nem tanto”?
– Porque escrever sobre isso é um pouco superficial. Eu poderia escrever sobre Antropologia, História, Literatura, Filosofia e tantos assuntos profundos, mas acontece que exige certa profundidade…
– Então a “superficialidade” refere-se ao fato de você saber superficialmente sobre o que escreve?
– Talvez.
– Por que Arte não é superficial.
Você acha?
– Sim. Muito menos Arquitetura. E os outros assuntos.
– Então a resposta é SIM.
– Ótimo! E quando poderemos ler o primeiro post?
– Agora mesmo. Ele está sendo escrito/postado…
Ahn?
– Estou postando sobre Arte/Arquitetura/Carreira/Moda e Propaganda. & Etc.
– Não faz sentido!
– Não faz. Mas faz.
– Faz? Mal posso esperar pelo próximo post…
– Eu também.
– [escrevendo…]